VENTILADOR CAI EM SALA DA URCA EM IGUATU E ESTUDANTES REFORÇAM COBRANÇA POR MELHORIAS.

VENTILADOR CAI EM SALA DA URCA EM IGUATU E ESTUDANTES REFORÇAM COBRANÇA POR MELHORIAS.
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VENTILADOR CAI EM SALA DA URCA EM IGUATU E ESTUDANTES REFORÇAM COBRANÇA POR MELHORIAS.

VENTILADOR CAI EM SALA DA URCA EM IGUATU E ESTUDANTES REFORÇAM COBRANÇA POR MELHORIAS.>

Um ventilador de teto despencou dentro da sala 6 do bloco E do Campus Multi-institucional Humberto Teixeira, em Iguatu, na manhã desta quinta-feira (28). O episódio não deixou feridos, mas gerou forte repercussão entre os alunos da Universidade Regional do Cariri (URCA), que denunciaram negligência na manutenção dos equipamentos e voltaram a cobrar melhores condições de infraestrutura.

Em nota, o Centro Acadêmico de Enfermagem Marcos Breno repudiou o ocorrido, ressaltando que a falta de providências preventivas coloca em risco a segurança física e emocional de estudantes e professores.

O movimento estudantil também reforçou a reivindicação pela instalação de sistemas adequados de climatização, como o ar-condicionado, lembrando que o calor intenso compromete a permanência em sala de aula e a qualidade do processo de ensino-aprendizagem.

A reportagem entrou em contato com a direção da URCA em Iguatu. A diretora Joyce Leite esclareceu que a gestão do campus está sob responsabilidade da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), e não da administração da universidade. Ainda assim, segundo ela, medidas imediatas foram adotadas: um especialista foi contratado para vistoriar e realizar manutenção dos ventiladores nos blocos C e E, além do envio de 100 novos ventiladores para instalação.

Sobre os aparelhos de ar-condicionado, Joyce explicou que a aquisição é de responsabilidade da Secitece, enquanto a execução da obra cabe à Superintendência de Obras Públicas (SOP). O processo, no entanto, encontra-se na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) aguardando data para licitação.

Estudantes relatam que a promessa de climatização já foi feita diversas vezes, mas nunca concretizada. Com o calor extremo, especialmente no segundo semestre, a pressão aumenta: “Quem tem calor, tem pressa”, dizem os acadêmicos, exigindo que a instalação dos equipamentos seja efetivada o quanto antes.
##iguatu

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